segunda-feira, 26 de maio de 2014

Um universo inabalavel de possibilidades


Foram-se passados os passos deteriorados de um sentimento vão...
Mergulhei minha alma em profunda escuridão, fiz do dia noite e dos sonhos trevas!
Nada era grande o suficiente pra desenterrar a esperança...
E das lagrimas apenas flutuava na face a dor de ser tristeza.
Quando um dia embriagada em inerte  insipidez, a alma se fez voo!
Fiz minha morada bem distante, ouvi o sonho como paz...
E de repente da lagrima caída fiz cachoeira e naveguei rumo ao infinito...
Fiz canções, compus melodias, criei fantasias, delirantes fantasias!
Mas ao acordar, me obriguei ao riso, dancei a vida e atirei fora de meu peito a dor.
Hoje sou paz, felicidade, hoje sufoca-me a gargalhada, e
é encantador  o brilho que reflete minha alma...
Novamente meu corpo vibra a cada suspiro de vida, a
cada toque de paixão, a cada desejo, a cada sonho;
E dançando sozinha eu me sinto plenamente acompanhada...
Derramo sobre mim, toda minha felicidade, e em cada fragmento de força
que ainda tenho em mim,
está a dura ,porem inigualável e deliciosa missão de me tornar feliz.
Inebriada de paz, hoje eu não sou mais um rio de sonhos...
Nem um mar de ilusões,,,
Sou cachoeira de emoções...
 Um universo inabalável de possibilidades
Um vento que leva longe o perfume de meu riso desvairado e insano...
E sufoca as dores e cura a tristeza...e com seu aroma suave, me faz ser novamente
aquela, menina, aquela mulher...Que um dia a vida quis fantasiar de dor!
Mas Eu não permiti!

Sandra Gonçalves

sexta-feira, 9 de maio de 2014



E então se fez o verso...
De notas soltas infinitas,
versando da boca nua
em entalhes de amor!
Poetando sentimentos,
encantando ouvidos que
debruçados em luz,
versam as cores da dor.
E então se fez o poema,
Lindo!
De pequenas plumas vestido,
iluminado de lua em plena noite
de flor...
E a viajante silenciosa do tempo
calou-se.. naquele momento
encantada com o vento,
que teimava em versar!
Vestida de estrelas soltas,
bailando sobre seu corpo
iluminando seu sonhar...
Em letras adoçadas com mel 
elevou suas mãos ao céu.
E num versar de emoção...
 a menina fez ao infinito
sua primeira oração!
E então se fez o verso...
Sandra Gonçalves




quarta-feira, 7 de maio de 2014



Pinta tudo vai
Pinta a flor da cor do amor,
pinta a ilusão perdida
pinta de amarelo o que foi triste,
e de branco a paz que não mais existe!
Pinta de rosa o sorriso dela
e faz colorida a mulher mais bela!
Pinta de arco iris a diversidade
e de negro o que não é verdade...
Pinta de cor nenhuma o preconceito
pinta de tristeza o suspeito,
que mata fere estupra outro sujeito.
Pinta de verdade a esperança, 
E de muito amor toda a criança.
Pinta a flor que é do jardim,
que ninguem a colha pra mim!
Pinta de alegria a tristeza!
Pinta de bondade a malvadeza!
Pinta com o pincel do amor toda a terra,
pinta de transparente a dor da guerra!
Pinta o sangue inocente,
e faz brotar dele outra semente!
A semente que pinta de verdade a vida
e refaz a vida perdida!
Pinta de risadas todos os dias,
noites, tardes ou madrugadas frias
E pinta meu coração de paz,
Pois nele a dor não mora mais.
Pinta a poesia de eternidade
e minha inspiração colore de verdade.
Pinta com lapis de cor colorido
Todo coração ferido!
Pinta de esperança a humanidade
e colore os corações de bondade!

Sandra Gonçalves
Em homenagem a minha amiga  Elaine Barnes

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Simplesmente... Não foi amor


E nesta vontade ja antiga que sinto de você e por você... 

Sentimento desfalece,se esvai...

Os sentires não...

Eles prevalecem sobre qualquer sentimento "maior"! 

Esse desejo sempre envolto em versos, em rimas , em fantasias...

Como o lobo na montanha, como as visitas que minha imaginação criava...

O doce gosto da sua  boca que mesmo distante adoçava a minha.


Um desejo metafisico,


que nenhum mortal jamais saberá explicar.


desejo que não se sacia comendo a presença, 

devorando o corpo.

Mas que sobrevive por si só,

se alimenta de palavras...

tesão...Paixão!

E é assim...

Inexplicavel

e completamente insano!

Sandra Gonçalves

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Dona de mim


E na sinfonia da vida decidi compor minha canção,
em cada nota um riso,
em cada partitura uma historia...
Escrita por mim ao avesso do sonho
em si bemol desenhei a paz,
em ré maior um suave e doce riso,
No pulsar  da musica, valsei as palavras...
Quando o som nasceu, nasceu o amor
e ao sopro do vento orquestrei meu destino,
colocando em minhas mãos minha vida.
Me fiz agua, a dançar sobre o rio...
Me fiz onda a bailar sobre o mar...
Me fiz passaro a voar sob o céu!
Me fiz mulher...Dona de mim!

Sandra Gonçalves

sábado, 25 de janeiro de 2014

E jamais terá fim o que me fez sorrir


Então fez-se dia e no pensamento a alegria
De saber você por perto quando tudo era deserto
E do pranto fez-se alegria, da noite se fez dia
Quando o sorriso voltou, a paz em mim aportou
E nas asas de um colibri, veio a felicidade pra mim
Não achei que fosse eterno, seria breve qual inverno
E nos dias que seguiram, foi  em sorrisos que me viram
Nas noites o desejo existia e nos dias com você eu sorria
Veio a mim feito o vento, e me deixaria um lamento...
Mas a tristeza não quero, serei feliz meu moço belo
Porque em meu coração guardarei, 
Todo o carinho que por ti sempre terei.
Agora vou viver o presente, seja como eu não lamente
Quando tudo isso acabar, quando o sonho desabar!
Um dia mando um beija flor lhe entregar
O melhor beijo que minha boca puder lhe dar!
Afinal...
Sandra Gonçalves

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Ha tempos...



 E ele voltou, com seu sorriso suave
Sua voz encantadora
Seu olhar pequenino
Voltou pra mexer com meus sentidos
Voltou pra me deixar sem rumo
Enlouquecida, repleta de desejos...
Então ele chegou e com ele todo sentimento
Todo sentimento a tanto tempo guardado
Com seu sorriso safado
Ele me faz arrepiar, estremecer
Então você chegou
E pra bem longe de mim
O meu juizo levou!
E trouxe de volta aquela canção!
"Eu sonhava acordada
Um jeito de não sentir dor
Prendia o choro e aguava o bom do amor..."



Sandra Gonçalves

Silencio

Façam silencio...É hora de silenciar,  de deixar que os pássaros mostrem a sua voz a sua tristeza ... É a vez das pequeninas cr...