quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Murmúrios da dor

Fecho a porta dos meus sonhos, Arranco de meu peito qualquer ilusão Perdi a luz dos meus olhos, Arranquei coisas boas de meu coração. Me fiz sombra, me fiz dor, Fiz de minha alma luto, Vesti de negro minha emoção Arranquei com as mãos meu coração! Me perdi em meus caminhos, Desisti de meus carinhos, Sou apenas espectro de mulher, Sou sombra de uma qualquer! Me recolho em amarguras, Me afogo em dor e mágoa Eu me encaixo em qualquer canto. Não sou nada, sou só pranto. Sandra Botelho

6 comentários:

SAULO PRADO disse...
Este comentário foi removido por um administrador do blog.
angela disse...

Sempre lindo seus poemas, lindos e tristes.
beijos

Alexandre da Fonseca disse...

BOA NOITE !!! PASSEI PRA AGRADECER PELO SEU COMENTÁRIO NO MEU BLOG....PENSO COMO VC...VAMOS BUSCAR A JUSTIÇA SOCIAL...BEIJOS

Cristiano Contreiras disse...

Os seus sentires literários é puro charme e sensibilidade, gostei do tom do blog, parabéns pela dedicação! volto mais, sempre! mas, te sigo! abs

Francisco Vieira disse...

Boa tarde. Passei por aqui para retribuir a sua visita e gostei. Pretendo voltar.
Um beijo respeitoso para si.
Francisco

Paula disse...

è uma tristeza comum a todos os corações, mas com uma especificidade tão nossa, e uma dor tão profunda, que é difícil vislumbrar um depois.

Meu sereno amor

Meu pequeno pedação de sonho! Me leva pra passear? Por ai em qualquer canto, onde o sol me descanse do calor... Me lembra...