quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Que seja doce, inesquecivel!


Um novo ano está as portas,
abra-se aos sonhos, voe...
Porem nunca se debruçe sobre eles,
Não deposite suas esperanças sobre ninguem.
Ninguem é dono da sua felicidade
Seja feliz por si mesmo.
Repovoe sua vida com sonhos seus...
Busque ideias que a tempos estão engavetadas.
Retire do armario de sua alma, tudo que dorme a tempos...Desperte!
Jogue fora o que te fere, te magoa, te decepciona.
Lembre-se um presente só é teu quando você o aceita.
Durma bem, alimente-se bem, sorria muito, dance, cante!
Corra atrás de seus ideais. Não confie demais, mas o suficiente para não se decepcionar.
Não sofra, opte pela felicidade.
Plante uma flor, sinta o perfume, se inebrie com a sua beleza, mas se ela murchar, lembre-se que
mesmo sendo curta a vida da rosa, ela se torna inesquecivel, apenas por seu significado. E sempre fica nas suas mãos um pouco do seu perfume.
Um novo ano...Que seja diferente, que seja memoravel. Que seja renascimento.
Feliz ano novo a todos vocês que ficaram comigo durante esses anos.
me trazendo em seus comentarios, força, acolhimento, delicadeza, ternura, emoção, alegria...
Que tudo que foi aqui deixado, retorne a todos em infinitas bençãos.
Beijos Achocolatados de brigadeiro...a todos vocês!

P.S. Estou em viagem, logo volto e visito a cada um de vocês, para retribuir tanto carinho, Amo vocês!

Sandra Botelho

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Anoitecer...

Gotas cintilantes caem sobre o tecido aveludado do vale
Nas águas cristalinas, bailarinas invisíveis, desenham semi- círculos,
num frenético balé das águas.
Um som pianíssimo, sobressai entre os canto dos pássaros
e os rouxinóis numa canção serena e pura assoviam a melodia dos deuses...
Entre as folhas e sob um céu de estrelas, as fadas tocam com suas varinhas as folhas verdes
transformando-as em pequenos louva a deuses, que se ajoelham diante
da magnitude da vida
O sopro do vento cai sobre as flores e borboletas se materializam em cores, multifacetadas...
Grilos fazem a orquestra de violinos se tornar intensa e vibrante!
Sobre a terra úmida pequenos ramos se debruçam ao abraço do vento e dançam...
Os animais se aninham em suas tocas, mães acariciam seus filhotes que adormecem
ao som doce da orquestra da noite.
Todos os pássaros se hospedam nas arvores, que de braços abertos os cobre com seu manto verde de
folhas, e os protege do sereno da noite.
Alguns pássaros seresteiros ainda insistem em doar suas vozes para o coral noturno.
Mas logo se debruçam ao sono...
O coachar dos sapos, traz uma melancolia as notas que compõem  a melodia de louvor...
No céu as estrelas pululam, a lua soberana ilumina com seus reflexos a terra, que
em agradecimento deixa emergir pequenos brotos de vida.
Vida que trará frutos e sombra...
A canção permanece...A noite se faz extrema e de repente se ouve somente um grito,
um gemido triste... É a moça entristecida, que toda noite chora por seu amor ...
Dizem que ele ouve lá longe e responde... Mas ela, em seu desespero não mais pode ouvi-lo.
E sozinhos os dois adormecem durante o dia em silencio, um a procura do outro.
Em seus sonhos...
E neste desencontro, toda noite eles se abstém em apenas quebrar o silencio da melodia da floresta.
E a moça chora...até que o dia rompe a dor, e ninguém mais a vê, nem a ouve!
É assim que na noite estrelada da vida, a floresta esconde seus mistérios

Sandra Botelho.

sábado, 3 de dezembro de 2011

Fumegante

E entremeios adiante, vi nascentes e poentes...
Num mergulho incandescente, flutuante me despi.
Não haviam navegantes eram mares a se abrir...
Depois de gemidos uivantes, em seu corpo frenesi!
Distantes aberrações da alma, em sinuosas canções,
nada vi senão teu corpo,
e nele  vertigens senti!
Com as estrelas submissas, ao universo me ergui,
 fiz-me lua em devoção,
ao teu corpo e coração!
 Soluçantes choros, incontidos de paixão...
Vertigens de desejo.  enlouquecida me abri.
E nua, sob um sol de desejos, 
Comecei desvendar teus primeiro beijos.
Ah suave mergulho da alma! Quando
um corpo ardente se acalma...
Quando a vida num segundo.
perde o enredo , esquece o mundo!

Sandra Botelho

Meu sereno amor

Meu pequeno pedação de sonho! Me leva pra passear? Por ai em qualquer canto, onde o sol me descanse do calor... Me lembra...