domingo, 11 de outubro de 2009

Você foi atriz(or)

Voce foi atriz (or)

Eduardo Costa

Vou tentar te esquecer Mas não vou prometer Vai ser difícil Sei que vai doer Um grande amor não se acaba assim

Vou chorar milhões de lágrimas de solidão Será que o tempo vai poder secar Essa enchente de paixão

Nas minhas orações eu sempre pedi pra encontrar Alguém de verdade que eu pudesse amar Tento entender porque foi embora Eu sempre fiz o impossível pra te ver feliz Eu experiente e você aprendiz Te dei tanto amor, usou e jogou fora

Vai saudade que eu não te quero aqui Que a solidão se vai se você sair Já que não quer voltar Quero ser feliz Eu fui tão verdadeiro(a) e você atriz(or) Eduardo Costa Sem inspiração...

sábado, 10 de outubro de 2009

Retornando a mim...

Hoje o céu esta azul,azul de todas as cores! Talvez seja a promessa de dias melhores! O som dos pássaros é somente alegria, E tudo está mais bonito neste dia! Corri ao jardim em busca de mim... E eu estava ali sorrindo! Brincando com pequenas pedrinhas... Colhendo lindas e delicadas fantasias! Hoje o meu sorriso é quase perfeição, Pela janela olho as montanhas, São quase do tamanho da felicidade ... Felicidade que tomou conta do meu coração! Tenho vontade dançar, e danço... Tenho desejo de cantar e canto... Estou feliz, estou sorrindo demais! e absolutamente estou em paz.. Tudo agora é uma grande emoção! E eu vou ver desenho na televisão... Me sinto uma criança no meio do povo, Como quem ganhou um brinquedo novo. Meu coração, é somente sol! Canto uma canção em ré bemol... Sou alegria, sou paixão, sou vida Sou sol, sou eu, sem o adeus na partida! Sandra Botelho

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Fantasias

Queria dormir mas não posso, Meus olhos me traem e não se fecham, Minha mente se enche de lembranças... E meu coração de desesperanças... O sono traidor foi embora, O que posso fazer agora? Dividir com a noite a dor da solidão? Ou debruçar-me na janela em busca de outra paixão? Remoendo minhas lembranças, Achei pequenos requicios de minha infância... Onde meus sonhos eram com príncipes e princesas, Onde eu realizava grandes proezas. Esperava da janela de meu castelo, Meu principe doce, puro e belo! Me salvando do cruel dragão, Me envolvendo em uma terna paixão! Peço ao tempo que me devolva a alegria, De poder sonhar com a fantasia... Acreditar que o bem sempre vence o mal. E que a felicidade para mim será real! Sandra Botelho!

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Murmúrios da dor

Fecho a porta dos meus sonhos, Arranco de meu peito qualquer ilusão Perdi a luz dos meus olhos, Arranquei coisas boas de meu coração. Me fiz sombra, me fiz dor, Fiz de minha alma luto, Vesti de negro minha emoção Arranquei com as mãos meu coração! Me perdi em meus caminhos, Desisti de meus carinhos, Sou apenas espectro de mulher, Sou sombra de uma qualquer! Me recolho em amarguras, Me afogo em dor e mágoa Eu me encaixo em qualquer canto. Não sou nada, sou só pranto. Sandra Botelho

domingo, 4 de outubro de 2009

Agonia

Na ânsia louca de um beijo, farejei a dor. Me derramo em caricias, reviro meus pensamentos, onde você habita em todos os momentos, e em um quase enlouquecedor sofrimento; eu mergulho em um sonolento amor. Que faria bem o poeta em rimar com dor neste momento. Eu faço festa pra você desesperada e agonizante. Me derramo em palavras de perdão, fico quase surda com o silencio da sua voz, sempre a me dizer não. A desacreditar da nudez de meus sentimentos , A jogar por terra tudo em forma de sensatez. Que sensatez há no amor? E me tranco em desespero quando o ouvir é mais dolorido. Destronada como simples plebeia de seu mundo... Estou mutilada, nua e destroçada, Quase sinto a leveza da morte, a morte de tudo que é verdadeiro, a morte do infinito. A morte doce e desejada de um espírito ferido e apagado. Essa luz que se apagou, nas fogueiras da vida... Faltaram-lhe brasas! Se no fundo havia o lume sereno e tímido de um brilho quente, foi-se embora junto com o amor da gente. Rasguei minhas roupas e destrocei meu peito rasgando-o em fatias, em pequenas fatias de desespero, e desajeitadamente em soluços de um choro, fecho os olhos em um quase espasmo de desespero e agonia. Você não está, em lugar algum... E meus olhos percorrem todas as brechas de esperança e nada mais é visível. Nem o sorriso doce de uma criança, nem o pequenino oi de um Dom Quixote de La mancha Sandra Botelho

sábado, 3 de outubro de 2009

Ao sol

Sol que ilumina meu dia Que me enche de alegria... Me faça esquecer a dor, Que me causou este amor. Que a dor não me cegue, Mesmo que eu vá embora. Não me deixe perder o amigo, Que é só o que me resta agora! E neste mundo de voltas, Que eu recolha minhas revoltas E que meu coração ainda menina, Possa sentir que a minha sina, É ser feliz e não tristeza... É me entregar a esta vida, É vencer toda essa lida. É poder ter nos olhos certeza! E que o amor me encontre, Que novamente desponte, Nesse coração tão ferido, Um sorriso um abrigo! Sandra Botelho

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Desconfiança

Porque duvidas, mergulhas em desconfiança? Se com você sempre agi como criança, Sempre despejando em tua mão, As minhas dores de uma antiga paixão... Se for ciumes eu entendo, A lidar com isso eu até aprendo, Mas se duvidares do que sinto, E por vezes achares que minto... Então é melhor que eu vá embora, Assim pra ti a paz aflora, E voltas a ser livre, como antes, Terás todas as outras como amantes. Certo que por vezes até tens razão, Pois quis fazer algo sem sentido... Fazer de um querido e doce amigo, O meu grande amor, minha paixão! Este meu erro foi deveras pequeno, Diante de outro bem menos ameno. Mas tudo ao vento eu jogaria, Se não tivesse outrora percebido, Que em mim jamais confiaria. Sandra Botelho

Meu leme!

Ando sem rumo como um barco a deriva, Escancarando meu coração como uma canção, Jogada ao vento, em um grito devastador.  Um grito d...